Biografia do artista. Informações sobre suas obras, sua história nas artes plásticas e exposições realizadas no Brasil e no exterior.

desc desc desc

  Célio Seixas, nascido no dia 27 de janeiro de 1954 em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. Criado em um sítio, teve uma infância rica no contato com a natureza. Filho mais velho de uma família com onze irmãos. Autodidata, influenciado pelo pai, que também apreciava a prática da pintura, começou a dar os primeiros passos de sua carreira artística, fazendo mais tarde a sua primeira exposição individual na galeria de artes da Casa Cruz, em Campo Grande. A partir daí, várias exposições se seguiram, Museu de Arte Moderna (MAM), Espaço Cultural do Banco Central, Museu Universitário Augusto Mota (SUAM), Salão Carioca de Arte e mais dezenas de exposições e premiações até recentemente participar da I Exposição de Artistas Brasileiros em Estocolmo, na Suécia, sob a curadoria da artista Paula Rindborg.

Voltar para o início

Críticas

PINTURA - Retratos do incomensurável da imaginação, descrições de exacerbação dos sentidos, revelações de uma tentativa de apreender o sentido da existência, o que nos salta logo à primeira visão dos quadros de Célio Seixas e a proposta de criação verdadeiramente livre, em todos os seus aspectos. Livre da verossimilhança das figuras, dos padrões de estética, da lógica do mundo concreto. livre, portanto, para realizar a sua figuração, para resolver a sua estética, para seguir o seu padrão de humanização dos elementos da natureza ou da tecnologia. A técnica da pintura de Célio Seixas segue o histórico das suas fases mentais - o uso das cores escuras, fortes ou das cores suaves e agradáveis, os contornos de crueldade ou de ternura, o traço bem definido, o fundo ressaltando ou se confundindo com a forma, tudo acompanhando a dinâmica das razões de ser no percurso da sua vida real. No momento, vemos nele e nas suas telas um sentido social de integração das coisas, um juntar os normalmente incompatíveis, num enlace de harmonia visual, gerando uma aceitação cosmológica das contradições dos nossos universos.
Crítica de: Ivane Sales

A preocupação ecológica, a relação do orgânico através do erótico e do edênico, o simbolismo sempre da redenção da natureza através de verde e da fauna vão marcando uma linguagem pictórica que já assumiu sua tipologia específica. Há sempre uma contorsão, uma compressão, alternativas de repressão e da luta existencial. Sobrepondo-se a esta viso do mundo, a qualidade de uma pintura filtrada, sugerindo volumes ligando as formas como produto de caprichosa montagem.
Exposição Individual Espaço Cultural Banco Central
Crítica de: WALMIR AYALA

Há anos Célio Seixas vem se dedicando ao incentivo das atividades artísticas e culturais na Zona Oeste, onde nasceu; oriundo de Campo Grande, tinha seu atelier e uma Cerâmica na qual dedicava parte de seu tempo. Atualmente, residindo na Pedra, sendo um dos incansáveis gestores da Casa de Cultura e Ecologia. A pintura de Célio é de profunda exuberância temática. Formas e linhas dinâmicas se rompem e se encontram numa permanente procura de síntese existencial e, a partir da fragmentação da figura feminina, presença constante e marcante em seus quadros, natureza e ser fundem-se num todo harmonioso.
Casa de Cultura e Ecologia
Crítica de: LUCIANO DUFRAYER (JORNAL RIO ARTE)

Pesquisar as formas com liberdade, através da união do talento com uma inesgotável fonte de criatividade, constitui a fórmula com a qual Célio Seixas executa seus projetos e vai conquistando, merecidamente, um lugar de destaque no mundo das artes plásticas.
Crítica de: JAQUELINE LEÃO

A preocupação ecológica, a revelação do orgânico através do erótico e do edêmico, o simbolismo sempre da redenção da natureza através do verde e da fauna, vão marcando uma linguagem pictórica que já assumiu sua tipologia específica.
Crítica de: WALMIR AYALA

Mostras Individuais

1976

Galeria Flora (Campo Grande – RJ)

Salão Odete Barcelos (Assembléia Legislativa do RJ)

Grêmio Procópio Ferreira (Santa Cruz – RJ)


1977

Galeria Casa Cruz (Campo Grande – RJ)

Cassino Bangu – RJ

XVII Região Administrativa (Comemoração à Semana da Pátria)

Florate – Athelier (Campo Grande – RJ)

alão de Artes Contemporânea (Soc. Brasileira de Belas Artes – RJ)


1978

Museu Universitário Augusto Motta (SUAM – RJ)

Teatro Arthur Azevedo (Campo Grande – RJ)

Centro Educacional Calouste Gulbenkian (Rio de Janeiro – RJ)

Galeria São Genário (Copacabana – RJ)


1979

Exposição Individual Palácio da Cultura Silveiras (São Paulo – SP)

Exposição de Arte e Pensamento Ecológico (MEC – RJ)

III Mostra da Primavera (Escola Naval – RJ)

Salão de Marinhas (Soc. Brasileira de Belas Artes – RJ)

II Encontro de Arte (Campo de Santana – RJ)


1980

Galeria de Artes Delfim (Copacabana – RJ)

III Mostra de Artes (Assoc. Brasileira de Desenho e Assoc. Brasil de Imprensa – RJ)

XIV Salão de Maio (SBBA, MEC – RJ)

II Salão da Ferrovia (Rede Ferroviária Federal – RFFSA – RJ)

II Salão Municipal de São João de Meriti (Rio de Janeiro – RJ)

III Salão de Artes Plásticas da AECPRM (Rio de Janeiro – RJ)

I Salão de Pintura do Rio de Janeiro (Centro Educacional Calouste – RJ)

IV Salão de Artes Plásticas da Polícia Militar (Rio de Janeiro – RJ)

I Salão do Círculo Policial Brasileiro (Palácio da Cultura MEC – RJ)

Galeria Montmetre (Botafogo – RJ)

Improviso Galeria e Arte (Tijuca – RJ)

II Salão Nacional de Artes Plásticas (Museu de Arte Moderna – RJ)

IV Salão Comunitário da Universidade Fluminense (Niterói – RJ)

Arte Boi Exposição Temática (Montes Claros – MG)


1982

Espaço Cultural do Banco Central do Brasil (Rio de Janeiro – RJ)


1983

Galeria de Artes Maria Eugênia (Gávea – RJ)


2010

I Amostra de Artistas Brasileiros na Suécia (Estocolmo)

Prêmios Recebidos

Medalha de Ouro

Sociedade Brasileira de Belas Artes.

Primeiro Salão de Arte Contemporânea - Sec. de Cultura – RJ.

Primeiro Salão de Artes da AMORC – RJ.


Medalha de Bronze

Primeiro Encontro de Artes Campo de Santana – RJ.

XIV Salão de Maio - Sociedade Brasileira de Belas Artes - RJ.

Assoc. Brasileira de Desenho e Assoc. Brasileira de Imprensa - RJ.

IV Salão de Artes Plásticas da Polícia - RJ.


Menção Honrosa

III Salão de Artes Plásticas da AECPRM RJ.


Diploma de louvor Artístico

Primeiro Salão de Pintura do RJ.


Diploma Municípios Fluminenses

II Fase do Salão de Artes Municípios Fluminenses – RJ.


Biografia Inserida no Dicionário de Artes Interarte Brasil de Júlio Louzada.

Outras Realizações

Fundador da Casa da Cultura e Ecologia em 1989 na Pedra de Guaratiba. Realizou dezenas de eventos ligados a cultura popular. Lutando pela presenvação do meio ambiente, criou três importantes áreas de proteção ambiental (APAS). A APA das brisas na praia da brisa, a da Capoeira Grande e a do morro do Silvério em Pedra de Guaratiba, todas elas preservadas e protegidas por lei.

Publicações

No real, um jovem artista
Salão Rio de Janeiro de Pintura
Exposição de Pinturas Célio Seixas
De Olho
Galeria de Artes Delfin
Artesãos lutam para regularizar sua profissão
Exposições
Nas telas de Célio, a ecologia e o lirismo
Artista incentiva cultura em Pedra de Guaratiba
Pedra de Guaratiba tem novo espaço para arte
Rua Barros de Alarcão vai ser ornamentada para carnaval
O Éden degradado
Outdoors especiais no Rio
Célio Seixas
Pedra de Guaratiba vai cair na folia